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Trabalho da Faculdade Damas repercute na Imprensa


30 Mar 2007 • Trabalho da Faculdade Damas repercute na Imprensa

A visita do curso de Pós-Graduação em Intervenções em Áreas Históricas da Faculdade Damas ao Convento Franciscano de Santo Antônio, em Sirinhaém, repercutiu bem na Imprensa pernambucana. Na segunda-feira, 26 de março, professores e alunos da Especialização foram entrevistados por uma equipe de reportagem da TV Globo para matéria sobre a situação do convento. Na quinta-feira (29), o assunto ganhou destaque no Diário de Pernambuco e no Jornal do Commercio. Confira as matérias publicadas nos dois jornais:

DIARIO DE PERNAMBUCO
Coluna Diario Urbano - 29/03/2007

Projeto

O convento franciscano de Sirinhaém, um dos cinco do estado que deverá ser tombado como patrimônio da Unesco, ainda aguarda o início das obras de restauro prometidas pelo Iphan desde maio do ano passado como mostrou o Diario. Numa visita ao monumento este mês, alunos do Departamento de Pós-Graduação de Intervenções em Áreas Históricas da Faculdade Damas ficaram preocupados com as rachaduras e infiltrações vistas no local e já estão dispostos a ajudar na elaboração de um projeto de restauro. O projeto no entanto já existe, o que está faltando é a liberação dos recursos para o início das obras.

JORNAL DO COMMERCIO
Caderno Cidades - 29/03/2007

Convento tem rachaduras e está infestado de cupins

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) está elaborando termo de referência para licitação de projeto de restauração do Convento de Santo Antônio, em Sirinhaém, a 79 quilômetros do Recife, no Litoral Sul de Pernambuco. O imóvel, construído em 1630 e tombado como patrimônio histórico nacional em 1940, apresenta rachaduras e infestação por cupins, conforme denúncia feita esta semana por equipe de pós-graduação em intervenções em áreas históricas de uma faculdade particular.

O instituto dispõe de R$ 100 mil para a contratação do projeto, que apontará o que deve ser feito no prédio e os custos da intervenção. A licitação envolverá, ainda, prospecções arqueológicas no convento franciscano, de 2.490 metros quadrados de área construída. "Com o projeto em mãos, vamos captar recursos para a execução da obra", adianta o superintendente do Iphan em Pernambuco, Frederico Almeida.

O imóvel, em estilo barroco, é constituído de igreja e claustro. Em 1919, a fachada desabou e o prédio foi reconstruído. O tombamento levou em conta a arquitetura, com base em planta tipicamente franciscana, e as riquezas artísticas do lugar, como azulejos, pinturas e talhas. Atualmente, um técnico do Iphan está recompondo 200 peças de um painel de azulejo que ameaça se desprender da parede.

O guardião do convento, frei Juvenal Carneiro, atribui as rachaduras à restauração conduzida pelo Iphan em 1998. "Depois da obra foi que começaram a aparecer", justifica. O superintendente do instituto nega a informação. "O problema é isolado, não atinge o imóvel todo, e já estamos tentando resolver", rebate. Frederico Almeida acusa os religiosos de não realizarem a conservação do prédio, que ocupa um terreno de 2.885 metros quadrados. "Eles não colocam uma telha lá", diz. Frei Juvenal lembra que, na última restauração, o Iphan pagou a mão-de-obra e os franciscanos, o material.

Moram no lugar, onde se celebra missa toda terça, às 19h, o frade e mais dois religiosos. Para a arquiteta e professora Natália Vieira, tão importante quanto a recuperação é encontrar um uso que possibilite a ocupação completa da edificação. "É preciso uma conservação sustentável", diz.


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